“O Aturdito”
Mensal, terceiras quartas-feiras, 19h30.

        Esse escrito traz os paradoxos decisivos que Lacan trabalha na época dos Seminários 19 e 20.

        Ao se descobrir o inconsciente, descobre-se também que o sujeito não é o centro de si mesmo, que ele está dividido entre o saber e a verdade pelo estatuto lógico de um objeto, que Lacan chama a, no nível da função do mais-gozar. Neste nível, se introduz a experiência da materialidade da letra enquanto borda do corpo, o que constitui a prática psicanalítica como discursiva.

        Logo no início do texto, está a conhecida frase: “que se diga fica esquecido por trás daquilo que se diz no que se escuta”. Há algo que Norberto Ferreyra apresenta no seu livro Verdad y objeto en la dirección de la cura, que é esclarecedor para darmos início ao trabalho de leitura do texto. Ele revela que o “que se diga...” mantém sua função de resto em relação ao objeto, fazendo com que não seja o sujeito que coincida com o resto, o que possibilita que o resto venha a funcionar como causa, no sentido de que reste algo a dizer, e não que o sujeito se identifique a ele.


Coordenação: Isabel Martins Considera.

Debatedores: Antonia P. Magalhães, Edméa Roque, Gracinda Peccini e Sonia Damasceno

 

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